Ciano
Sim, sou pessoa.
segunda-feira, 14 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Como o céu se escurecesse e tudo estivesse na ultima linha, eu ainda dizia que te amava.
Mesmo que não houvessem palavras, mesmo que todas as letras estivessem no fim, eu não parava. Sendo vício ou trauma, eu gosto de ti como se fosses água para todo o meu corpo.
Não parava de te olhar, nem de te cheirar, nem de te ver, nem sequer de te ouvir.
Para sempre, Rafaela.
Mesmo que não houvessem palavras, mesmo que todas as letras estivessem no fim, eu não parava. Sendo vício ou trauma, eu gosto de ti como se fosses água para todo o meu corpo.
Não parava de te olhar, nem de te cheirar, nem de te ver, nem sequer de te ouvir.
Para sempre, Rafaela.
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Deixa-me sonhar
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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