quarta-feira, 30 de junho de 2010

Obcessão.
Enforcamento.
Morte.

Crescimento maléfico

Nova gente, novos enganos.
Crescimentos maléficos.
Crescimentos obscuros.
Gente indecisa.
Gente crescida.
Gente precoce.
Gente boa.
Gente má.
Mundo estúpido.
Mundo desnecessário.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Tempo de mudança.
O tempo calou.
O tempo congelou.
O tempo está envenenado.
O tempo está nos limites.
E eu faço parte do jogo dele.
O céu é pacifico
O céu é brilhante
E tudo cá dentro é arrogante.
A raiva é preciosa e constante.
Talvez haja lugar nos sonhos (ainda)
O solo é quente.
O vento é suave.
Tudo me leva para o infinito
De olhos fechados.
Confiança de boca aberta.
Olhos fechados.

sábado, 26 de junho de 2010

Um

São estranhas aquelas singularidades da pessoa.
Um por um, um com um e um faz um.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eras uma vida, eras.
Já eras.
Infelizmente partiste.
Não o quis assim.
São traçejados influenciados.
Deixar de viver talvez seja a única solução.
Tu sabes que eu sem ti não vou ser a mesma.
Tu o sabes.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Qual vida?

Fodasse, já não sei escrever.
Já não sei que dizer.
Já são tantas as palavras a descrever-te que quase dava para relatar uma vida.
Qual vida?
Sim, qual vida pergunto eu..
Infelizmente, já vi para que é que serviste.
Não me serves de nada, e eu odeio-te, como odeio a todas estas pessoas deste universo insólito.
És apenas mais um, e um, e um e outro um..
Não gosto mais de ti.

Fim

terça-feira, 22 de junho de 2010

O tempo voa. O tempo é calado.
Assusta-me, este nevoeiro inesperado.
Assustam-me os pesadelos vividos.
O mundo assusta-me.
Talvez que seja uma doente mental, talvez que até seja um ser inexistente.
Não entendo este tempo, não entendo o mundo.
Isto sufoca-me.
Isto mata-me.

E eu, não me importo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não sei viver, amor.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Não minto.
Infelizmente desconheço a mentira.
Todo o desprezo, todo o engano.
Estúpida a realidade. É assim que ela funciona.
Espectativas rodeiam-nos.
Pedras atiram-nos. Umas atrás das outras.
Constantemente.
Óh pobres e miseráveis seres.
Porque é que existeis? Porquê?!

O céu é grande.
O espaço é bastante pequeno.
As pessoas são pequenas. Sortudas.
Ou não..

Imensas quedas. Bato com as costas.
Bato com a cabeça. Morro.
Vale a pena, sim.
O tudo é nada e o nada é tudo.

São diferentes formas de ver.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

É sempre a mesma coisa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Com o meu homem.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

" (...) Why don't you love me?
Tell me baby
Why don't you love me?
When I make me so damn easy to love
Why don't you need me?
When I make me so damn easy to need

There's nothing not to love about me
No, no, there's nothing not to love about me
I'm so lovely
There's nothing not to need about me
There's nothing not to need about me
Maybe you're just not the one
Or maybe you're just playing (...) "
Esta nossa tristeza é tanta que nem há imaginação para idealizar o pior.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Gostaria de saber a razão de conseguir gostar das pessoas. Gostaria de saber a razão de como é que as pessoas conseguem deitar fora as melhores coisas. Gostaria de saber porque é que odeio todas as pessoas deste mundo, sinceramente. Por acaso, gostaria de saber muita coisa do universo. Por acaso, gostaria de saber quando irá ser a altura da minha morte. Sim, óh se gostava.
Farta de tudo, farta do negro.
Bah.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Não passas de um rapazinho

Afinal, não és diferente.
És apenas mais um ser existente neste mundo incrivelmente injusto.
Aqui, é tudo igual, vende-se tudo do mesmo, compra-se tudo do mesmo.
Odeio-te mas amo-te.
Não entendo este factor, óh não.
Mentiras atrás de mentiras.
Enganos atrás de enganos.
Não passas de um rapazinho.