quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Deixa-me sonhar
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O céu está azul e eu estou a voar :]

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sangue azul
Sangue verde
Sangue azul
Sangue verde

Sangue verde
Sangue azul
Sangue verde
Sangue azul

Qualquer um deles

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Óh tempos perdidos, tempos vividos.
Óh tempos esqueçidos, tempos vividos.
Óh tempos passados, tempos vividos.
Óh belos tempos vividos.
Óh maus tempos vividos.
Estou igual.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

enough