Ou a correr ou a saltar ou a andar.
Fugir rapidamente.
Deste mundo e de todos os que me rodeiam.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quero:
- acordar tarde para que consiga ter a possiblidade de sonhar cada vez mais;
- após acordar, lembrar-me da cara dele;
- saber que tudo está bem;
- passar a tarde com a mana a ver vídeos divertidos como fazíamos antigamente, ou com ele;
- passear no porto;
- chegar a casa e lembrar-me dele e dos momentos que estive com ele;
- jantar com os preciosos jantares da mamã e com a mana;
- não ter discussões por motivos estúpidos;
- que as amizades durem e durem (...);
- tê-la outra vez comigo;
- ouvir musica e tocar guitarra no parque com ele;
- que me compreendam e não me mintam;
- ser feliz.
(...) vamos ver se dura.
- acordar tarde para que consiga ter a possiblidade de sonhar cada vez mais;
- após acordar, lembrar-me da cara dele;
- saber que tudo está bem;
- passar a tarde com a mana a ver vídeos divertidos como fazíamos antigamente, ou com ele;
- passear no porto;
- chegar a casa e lembrar-me dele e dos momentos que estive com ele;
- jantar com os preciosos jantares da mamã e com a mana;
- não ter discussões por motivos estúpidos;
- que as amizades durem e durem (...);
- tê-la outra vez comigo;
- ouvir musica e tocar guitarra no parque com ele;
- que me compreendam e não me mintam;
- ser feliz.
(...) vamos ver se dura.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Hoje de manhã, olhei para o céu, e perguntei-lhe: Será que vou ficar aqui para sempre?
Ele responde-me: Não.
E eu, novamente, limito-me a questinar-lhe o porquê das coisas não serem como nós queremos.
Ele responde que tudo tem regras.
E eu, curiosamente desconfiada, para mim: Será que sim? Acho que não, sinceramente.
Ele responde-me: Não.
E eu, novamente, limito-me a questinar-lhe o porquê das coisas não serem como nós queremos.
Ele responde que tudo tem regras.
E eu, curiosamente desconfiada, para mim: Será que sim? Acho que não, sinceramente.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Corres com o vento da floresta.
Cheiras a mel e és doçe como o açúcar
Pareces ser um dos anjos.
Deixa o amor rolar
Até parece que não sabes fazer isso..
Todas as estações, todos os invernos, todos os verões me lembro desses teus belos olhos
Que, quando sorris, eles me brilham..
Porpurinas sobrepostas?
Não, acho que já vêm deles.. :)
Eu até gosto de ti.
Cheiras a mel e és doçe como o açúcar
Pareces ser um dos anjos.
Deixa o amor rolar
Até parece que não sabes fazer isso..
Todas as estações, todos os invernos, todos os verões me lembro desses teus belos olhos
Que, quando sorris, eles me brilham..
Porpurinas sobrepostas?
Não, acho que já vêm deles.. :)
Eu até gosto de ti.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Novas alturas em que o sol brilha
Margaridas cheiram bem
e rosas crescem.
Céu azul
Rodas e rodas constantes na cabeça
Voltas e voltas entre os pés
Cabelos ao vento
Espuma pelos ares
Direita para a esquerda, esquerda para a direita
Não defino bem
Traços expressivos?
Hm, não sei, talvez..
Inocência e desigualdade
É o que nos faz crescer.
Margaridas cheiram bem
e rosas crescem.
Céu azul
Rodas e rodas constantes na cabeça
Voltas e voltas entre os pés
Cabelos ao vento
Espuma pelos ares
Direita para a esquerda, esquerda para a direita
Não defino bem
Traços expressivos?
Hm, não sei, talvez..
Inocência e desigualdade
É o que nos faz crescer.
domingo, 11 de julho de 2010
Nova na leitura
A flor está a crescer
Pensamentos obscuros rodeiam-na
Ela está louca..
(Ou não)
Andamos cansados
Onde a solidão é a luz
A luz do dia e da noite
E que ninguém a atura
..
Meros acasos.
Onde o pensamento é fútil
E necessário..
(Ou não)
Viro as costas e olho para trás?
Hm, parece-me bem.
..
Aquele sorriso
Aqueles olhos tão brilhantes
Aquela alegria
Aquela energia
Aquela cegueira
Não há saudade
(Ou há)
..
Vento de manhã
rodeia os meus pés
E eu viro as costas
e a história repete-se
Sonhos inacabados, talvez?
Não sei bem
Sabem bem
Eu gosto deles.
Cheiram a margaridas amarelas
E envolvem amor.
Eu gosto.
E não digo adeus.
A flor está a crescer
Pensamentos obscuros rodeiam-na
Ela está louca..
(Ou não)
Andamos cansados
Onde a solidão é a luz
A luz do dia e da noite
E que ninguém a atura
..
Meros acasos.
Onde o pensamento é fútil
E necessário..
(Ou não)
Viro as costas e olho para trás?
Hm, parece-me bem.
..
Aquele sorriso
Aqueles olhos tão brilhantes
Aquela alegria
Aquela energia
Aquela cegueira
Não há saudade
(Ou há)
..
Vento de manhã
rodeia os meus pés
E eu viro as costas
e a história repete-se
Sonhos inacabados, talvez?
Não sei bem
Sabem bem
Eu gosto deles.
Cheiram a margaridas amarelas
E envolvem amor.
Eu gosto.
E não digo adeus.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Tempos rasgados.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.
O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.
O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.
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