domingo, 5 de dezembro de 2010

Estou segura nos teus braços
Roço na tua pele como cada formiga que não sai fora do chão
Acaricio-te como se fosses a única e a última pessoa que supostamente amarei até ao resto da minha vida
És único e para mim, és tudo o que tenho de melhor.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Deixa-me sonhar
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O céu está azul e eu estou a voar :]

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sangue azul
Sangue verde
Sangue azul
Sangue verde

Sangue verde
Sangue azul
Sangue verde
Sangue azul

Qualquer um deles

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Óh tempos perdidos, tempos vividos.
Óh tempos esqueçidos, tempos vividos.
Óh tempos passados, tempos vividos.
Óh belos tempos vividos.
Óh maus tempos vividos.
Estou igual.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

enough

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Estou a dormir?

Pés descalços
Estou no teu inferno
Está bastante frio e ninguém me salva
Estou a dormir?
O céu está repleto de brilhantes
E o enorme lago lá fora está rodeado de grandes árvores bem escuras
A paciência é desgastante
E o fim do mundo está ali algures.
O mundo já não é nada.
Já não há nada, aqui.
Todos os medos, todas as esperanças, todos os sonhos acabaram.
Sou humana?
Já não tenho nada.
A alma desapareceu.
A alma voou.
E o corpo permanece em cima do chão frio.
Já não vejo nada.
Já não sinto nada.
Está bastante frio e ninguém me salva.
Estou no teu inferno e já ninguém me salva.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ando descalça, nestas pedras saltitantes.
Calco o inferno e respiro o pó.
Vejo o meu reflexo, no horizonte, e acho-me escura (ou talvez clara demais..)
Não consigo descobrir a minha sombra.
Será que estou cega?
Talvez..
Talvez esteja na ilusão..
Mas está-me a saber bem.
Posso ficar mais um bocadinho aqui?!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

quatro paredes
uma cama
um diário-gráfico
uma guitarra
um cd
uma solidão

domingo, 1 de agosto de 2010

Hoje vi os fragmentos a cairem ao chão.
Tudo se desmoralizou.
Não senti o amor dos outros dias
Fui diferente, ao invés de um quadrado sem linhas.
A água hoje congelou, e calei-me.
É fria..
Estou morta.
A minha alma está morta.
Hoje o sol acordou
e chamou outra vez o silêncio dele
Eu acordei, cheirei-lhe e senti a sua paiva a decorrer na minha cabeça.
E, pela primeira vez, estava estranho. Bastante estranho.
Apeteceu-me sugar-lhe o sangue e comer o seu cérebro.
Ele estava estranho.
Ele irritou-me.
Pareceu noite fria, já.
Já não conseguia ver nada, apenas a minha frustração.
Estou revoltada.
Dizem que ele é cão mau, mas eu não quero acreditar.
Quero-o aqui, ao meu lado.
Gosto dele, mas não sei..
Foi hoje.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ou a correr ou a saltar ou a andar.
Fugir rapidamente.
Deste mundo e de todos os que me rodeiam.

domingo, 25 de julho de 2010

Farta de tudo.
A culpa não é minha.
A culpa é deles.
As pessoas são más, elas fazem sofrer.
As pessoas são más.

Quero morrer.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Quero:
- acordar tarde para que consiga ter a possiblidade de sonhar cada vez mais;
- após acordar, lembrar-me da cara dele;
- saber que tudo está bem;
- passar a tarde com a mana a ver vídeos divertidos como fazíamos antigamente, ou com ele;
- passear no porto;
- chegar a casa e lembrar-me dele e dos momentos que estive com ele;
- jantar com os preciosos jantares da mamã e com a mana;
- não ter discussões por motivos estúpidos;
- que as amizades durem e durem (...);
- tê-la outra vez comigo;
- ouvir musica e tocar guitarra no parque com ele;
- que me compreendam e não me mintam;
- ser feliz.

(...) vamos ver se dura.

sexta-feira, 16 de julho de 2010


Algo de paranormal.
Amanhã, após acordar, gostava de ver a tua cara á minha frente, olhar-te nos olhos e dar-te um beijo de bons dias.
Hoje de manhã, olhei para o céu, e perguntei-lhe: Será que vou ficar aqui para sempre?
Ele responde-me: Não.
E eu, novamente, limito-me a questinar-lhe o porquê das coisas não serem como nós queremos.
Ele responde que tudo tem regras.
E eu, curiosamente desconfiada, para mim: Será que sim? Acho que não, sinceramente.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O arrependimento tardio
raramente é verdadeiro, mas
o verdadeiro arrependimento
nunca é tardio..

High screen

:')
Corres com o vento da floresta.
Cheiras a mel e és doçe como o açúcar
Pareces ser um dos anjos.
Deixa o amor rolar
Até parece que não sabes fazer isso..
Todas as estações, todos os invernos, todos os verões me lembro desses teus belos olhos
Que, quando sorris, eles me brilham..
Porpurinas sobrepostas?
Não, acho que já vêm deles.. :)
Eu até gosto de ti.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Estou a correr entre as ervas do campo
sonhando sonhos altos
pois é assim que vivo
porquê?
não sei.. Sinceramente, não sei o que sei.
Mas sei que é bom.
As mãos estão dadas
E o estado é bom
Oh, estou nas nuvens!
Será que sim?
Não vejo a terra.
Estou cega.

:)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Novas alturas em que o sol brilha
Margaridas cheiram bem
e rosas crescem.
Céu azul
Rodas e rodas constantes na cabeça
Voltas e voltas entre os pés
Cabelos ao vento
Espuma pelos ares
Direita para a esquerda, esquerda para a direita
Não defino bem
Traços expressivos?
Hm, não sei, talvez..
Inocência e desigualdade
É o que nos faz crescer.

domingo, 11 de julho de 2010

Nova na leitura
A flor está a crescer
Pensamentos obscuros rodeiam-na
Ela está louca..
(Ou não)
Andamos cansados
Onde a solidão é a luz
A luz do dia e da noite
E que ninguém a atura
..
Meros acasos.
Onde o pensamento é fútil
E necessário..
(Ou não)
Viro as costas e olho para trás?
Hm, parece-me bem.
..
Aquele sorriso
Aqueles olhos tão brilhantes
Aquela alegria
Aquela energia
Aquela cegueira
Não há saudade
(Ou há)
..
Vento de manhã
rodeia os meus pés
E eu viro as costas
e a história repete-se
Sonhos inacabados, talvez?
Não sei bem
Sabem bem
Eu gosto deles.
Cheiram a margaridas amarelas
E envolvem amor.
Eu gosto.
E não digo adeus.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O céu é ilimitado.
A doença também.
Os braços estão estendidos.
A cabeça está dentro da baçia, com aquela tinta.
A tinta é infinita.
A tinta é chamativa.
Não quero, oh não.
Mas infelizmente, "quem sou eu para querer?!"
Aqueles olhos têm funções incontroláveis.
Basta querer.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Rasga-me a pele.
Esfaqueia-me.
Enforca-me.
Afoga-me.
Mata-me.








Mas nunca deixes que eu te deixe de amar.
Também não entendo o facto de seres o único que me faças chorar.
Não entendes.
Para mim, basta.
És relva que merece ser calcada.
És água para os peixes.

Caixa de entrada completamente cheia.
Criar mensagem?
Não, não me apetece.
Arde-me a cabeça.
(Por agora ..)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Não sei olhar
Não sei ver
Sinto a falta do tempo
Nada passa de uma paragem
Mas tudo se há-de unir
E seremos um.

Para sempre.

domingo, 4 de julho de 2010

I miss you.
Deixa-me escolher.
Dadas as circunstâncias..
Não sei se farei uma boa escolha
Tudo é previsível
Neste céu, não há a segunda hipótese.
Rosas amarelas
Sol ardente
Pés dormentes
Olhos fechados
Cabelo ao vento
Estou fechada
Porquê?
'Não sei.'
Tempos rasgados.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.

O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Obcessão.
Enforcamento.
Morte.

Crescimento maléfico

Nova gente, novos enganos.
Crescimentos maléficos.
Crescimentos obscuros.
Gente indecisa.
Gente crescida.
Gente precoce.
Gente boa.
Gente má.
Mundo estúpido.
Mundo desnecessário.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Tempo de mudança.
O tempo calou.
O tempo congelou.
O tempo está envenenado.
O tempo está nos limites.
E eu faço parte do jogo dele.
O céu é pacifico
O céu é brilhante
E tudo cá dentro é arrogante.
A raiva é preciosa e constante.
Talvez haja lugar nos sonhos (ainda)
O solo é quente.
O vento é suave.
Tudo me leva para o infinito
De olhos fechados.
Confiança de boca aberta.
Olhos fechados.

sábado, 26 de junho de 2010

Um

São estranhas aquelas singularidades da pessoa.
Um por um, um com um e um faz um.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eras uma vida, eras.
Já eras.
Infelizmente partiste.
Não o quis assim.
São traçejados influenciados.
Deixar de viver talvez seja a única solução.
Tu sabes que eu sem ti não vou ser a mesma.
Tu o sabes.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Qual vida?

Fodasse, já não sei escrever.
Já não sei que dizer.
Já são tantas as palavras a descrever-te que quase dava para relatar uma vida.
Qual vida?
Sim, qual vida pergunto eu..
Infelizmente, já vi para que é que serviste.
Não me serves de nada, e eu odeio-te, como odeio a todas estas pessoas deste universo insólito.
És apenas mais um, e um, e um e outro um..
Não gosto mais de ti.

Fim

terça-feira, 22 de junho de 2010

O tempo voa. O tempo é calado.
Assusta-me, este nevoeiro inesperado.
Assustam-me os pesadelos vividos.
O mundo assusta-me.
Talvez que seja uma doente mental, talvez que até seja um ser inexistente.
Não entendo este tempo, não entendo o mundo.
Isto sufoca-me.
Isto mata-me.

E eu, não me importo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não sei viver, amor.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Não minto.
Infelizmente desconheço a mentira.
Todo o desprezo, todo o engano.
Estúpida a realidade. É assim que ela funciona.
Espectativas rodeiam-nos.
Pedras atiram-nos. Umas atrás das outras.
Constantemente.
Óh pobres e miseráveis seres.
Porque é que existeis? Porquê?!

O céu é grande.
O espaço é bastante pequeno.
As pessoas são pequenas. Sortudas.
Ou não..

Imensas quedas. Bato com as costas.
Bato com a cabeça. Morro.
Vale a pena, sim.
O tudo é nada e o nada é tudo.

São diferentes formas de ver.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

É sempre a mesma coisa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Com o meu homem.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

" (...) Why don't you love me?
Tell me baby
Why don't you love me?
When I make me so damn easy to love
Why don't you need me?
When I make me so damn easy to need

There's nothing not to love about me
No, no, there's nothing not to love about me
I'm so lovely
There's nothing not to need about me
There's nothing not to need about me
Maybe you're just not the one
Or maybe you're just playing (...) "
Esta nossa tristeza é tanta que nem há imaginação para idealizar o pior.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Gostaria de saber a razão de conseguir gostar das pessoas. Gostaria de saber a razão de como é que as pessoas conseguem deitar fora as melhores coisas. Gostaria de saber porque é que odeio todas as pessoas deste mundo, sinceramente. Por acaso, gostaria de saber muita coisa do universo. Por acaso, gostaria de saber quando irá ser a altura da minha morte. Sim, óh se gostava.
Farta de tudo, farta do negro.
Bah.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Não passas de um rapazinho

Afinal, não és diferente.
És apenas mais um ser existente neste mundo incrivelmente injusto.
Aqui, é tudo igual, vende-se tudo do mesmo, compra-se tudo do mesmo.
Odeio-te mas amo-te.
Não entendo este factor, óh não.
Mentiras atrás de mentiras.
Enganos atrás de enganos.
Não passas de um rapazinho.

domingo, 30 de maio de 2010

Actos são actos. E para ti, elas são cadelas.
Fim.

sábado, 29 de maio de 2010

Girafa com cabeça de peixe, rabo de porco, orelhas de burro, pilinha de cavalo e pele cor-de-rosa às bolinhas vermelhas. Algo sufocante.
Lembro-me de tudo
Lembro-me de nada
És tudo
És nada
Queres tudo
Queres nada
É simples
É complicado
É horrível
É bom
É saudável
Faz mal


Tenho a alma queimada.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

És igual?
Não, não és.
.. Pronto, talvez sejas, mas para mim não o demonstras..
..Ok, demonstras-te..
Talvez sim, talvez não.. São meros acasos.
Afinal de contas, também és ignorante, tal como eu e mais os outros (...)
Ninguém te conhece, ninguém me conhece, ninguém conhece o verdadeiro mundo. Ninguém nos conhece. Eu conheço-te. Eu não te conheço. Tu conheces-me. Tu não me conheces. Somos humanos. Somos humanos. Porquê? Gostava que fossemos ambos flores. Quem sabe que após a morte não poderíamos renascer com um simples copo de água?! Óh sim, era bom.
Não te afastes, não te quero perder por favor.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

(Des)motivação.

Não sei.
Talvez sinta a dor de pensar, talvez não.
Talvez sinta a dor de relacionar, talvez não.
Não sei se penso, não sei se existo, sinceramente.
Mudanças constantes desenvolvem cada vez mais pecados.
Óh belos pecados.
Quem me garante que tudo isto não é uma ilusão?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Nada passa de um entretenimento com a tentaiva de sofucar a alma.

Esqueçi-me de tudo

Já não sei as cores.
Agora confundo tudo.
Tudo me é negro.
Apenas preto, apenas vermelho, apenas morte.
Não, volto a repetir, não aguento.
Espero tanto pelos próximos minutos e segundos.
Estou tão desesperada, Óh Deuses.
Sim, isto não me é confortável.
Conto tão rapido os números, tenho o dom de ter uma leitura tão rápida, tenho tanta pressa.. Para quê? Não sei, não.
Eu tenho a necessidade das pressas.
Sim, queria tanto correr, gostava tanto de voar.
Tudo é impossível. Não há a possibilidade do sonho.
Porquê?
Odeio esta nossa realidade tão pobre, sem nexo algum.
Má.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

''O paulinho é bestial''
"Óh, porque é que eu sou assim?
Porque é que és assim?
Porque é que o mundo é assim?

Odeio tanto isto tudo, a sério --' "

Esqueçe.

Esqueçe.
Já não sei onde páras.
Já não sei se respiras.
Já não sei onde moras.
Eu não.
Há dias em que não estou.
Há dias em que não respiro.
Há dias em que sinto-te aqui ao meu lado, sim, ora um viva dado a esses belos dias.
Há dias que me recordo da tua presença.
Há dias em que não me sais da cabeça, óh belos dias.
Há dias em que não durmo.
Há noites em que não durmo.
Voarás, e deixarás rastos.
Belos vestígios.
Tenho tantas saudades tuas.
Sim, pertençes-me.
Não entendo a razão, mas pertençes-me.
E eu adoro-te








muito
(...)

domingo, 23 de maio de 2010


Não vês mais nada. Pára de existir.
Óh já estou farta.
Já estou farta deste ar.
Já estou farta de pensar.
Já estou farta de estar.
Não vale a pena mesmo.
Não há que ter inveja.
Eu não sou ninguém, e tu também não.
Ninguém é alguém.
Sim, somos humanos.. E quê?
Todos saturamos o mesmo ar, as mesmas pessoas, tudo é igual
Ñinguém é diferente.
Há quem aproveite, há quem deite fora.
Porquê?
Sim, porquê?!
Óh, penso que não há explicações para meros factos.
E foi mais uma desculpa (...).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Porquê?
Porquê isto tudo, pessoas?
Porquê assim?
Não, não entendo.
Porque é que tem de ser?
Porque é que não tem de ser assim?
Não, não entendo nada disto.
Acabou.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Óh, eu fui
Tu foste
Ele foi..
Nós fomos
Vós fostes
Eles foram-se..

Para quê, se já acaba?

?

Porquê?
Óh deuses, porquê assim?
Eu tenho a noção que daqui não pertenço, sim, tenho.
Constantemente caem-me em cima, tristeza.
Gostava tanto de fechar os olhos e parar.. Óh sim, gostava.
Não entendo o facto deles serem assim.
Ai, porque é que isto continua?
Porque é que isto continuará?
Sinto-me farta, Deuses. Sinto-me farta.
Não quero ter todas as certezas, não quero ter todas as dúvidas.
Aquela venda, sempre..
Sim, Óh Deuses, estou desentendida, não entendo o mundo.
O ar é infeliz.

Para sempre :)
(Apeteceu-me)

O plástico estraga-se. Não quero mais paredes.
Não quero mais enganos. Não quero ser inconsciente.
Porquê?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Deve ser aquele estranho espelho, onde vejo o reflexo das coisas sempre ao contrário (...)
Vejo os carros passar, quero estar lá fora.
Vejo as flores crescer, quero estar lá fora.
Vejo a chuva a cair no chão, quero estar lá fora.
Ouço o sino da igreja, quero estar lá fora.
Ouço as guitarras, quero estar lá fora.
Quero sentir o vento.
Quero também correr o perigo.
Quero também calcar a relva descalça.
Quero pisar a areia e deitar-me na água.
Não quero dormir.
Não quero sonhar.
Não quero pensar.
Não quero olhar.
Quero viver.
"Não?.. Ok..
Porquê?"

Vou-vos mostrar o que me está a apetecer fazer a este cruel planeta.

Onde está o tempo?

Será? Será que o tempo existe? Porque é que existem os relógios se tudo isto anda parado? Porque é que as circunstâncias são como são?
Não entendo este mundo, não.
Para mim, o tempo não passa de uma teoria idealizada por diversos seres humanos presentes, pois ele congelou.

terça-feira, 18 de maio de 2010



Tudo tem um sentido. Ou se aguenta, ou não.

Mal?!

Sim, pessoas fúteis invadem-nos o dia. Crueldades e lembranças invadem-nos o dia. Coisas estúpidas, são constantes. Maus passados, são seguidos. O presente é estúpido. O futuro é algo inesperado.

O pior ainda está para vir (...)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

''Porque o tempo destrói tudo. Porque certos actos são irreparáveis. Porque o homem é um animal. Porque o desejo de vingaça é a pulsão natural. Porque a maior parte dos ciumes ficam impunes. Porque a perda do ser amado destrói como um golpe. Porque o amor é uma forma de vida. Porque num mundo bem feito o túnel vermelho não existiria. Porque as premonições não mudam o curso das coisas. Porque o tempo revela tudo. O pior e o melhor.
(...)''

Injustiças?!


Gostaria de saber o porquê da existência das várias injustiças presentes neste mundo de merda.
Sim, aqueles segredos correm-me nas veias. Aquelas preciosidades todas, infelizmente correm-me nas veias. Aquilo tudo reprime-me.
Agora é assim..

(...)
Pobres pensamentos, que me ocorrem, neste amplo mistério de sonhos.
Esta nossa realidade é incomum, é estranha e caprichosa. São vastas, as precisões.

Longos Passeios

Caminho para o desasossego, Óh ser andante..
Longos passeios dás, sem alguma objectividade.
Aprecias o infinito
Aprecias o inexplicável
Aprecias este nosso dom, Óh eterna sabedoria..


(...)