Estou segura nos teus braços
Roço na tua pele como cada formiga que não sai fora do chão
Acaricio-te como se fosses a única e a última pessoa que supostamente amarei até ao resto da minha vida
És único e para mim, és tudo o que tenho de melhor.
♥
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Deixa-me sonhar
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.
Tenho o chão imundo de água que me caem dos olhos
Lágrimas constantemente activas
Pedaços de carne que me saem a cada palavra que me dirijes
A minha alma está estrangulada
Daqui a dias sai-me pela traqueia
E o todo o meu corpo cai, sem sentido algum no chão
Abandonado, sem principio algum, imundo de pedras em cima
Calcada e enfeitiçada sobre os teus feitios de máscara
Reviras-me a cabeça
Tiraste-me os pés
E roubaste-me a alma
Não te posso falar
Não te posso ouvir
Não posso usufruir de nenhum sexto sentido
Não te posso usar
Não te posso mais.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Estou a dormir?
Pés descalços
Estou no teu inferno
Está bastante frio e ninguém me salva
Estou a dormir?
O céu está repleto de brilhantes
E o enorme lago lá fora está rodeado de grandes árvores bem escuras
A paciência é desgastante
E o fim do mundo está ali algures.
O mundo já não é nada.
Já não há nada, aqui.
Todos os medos, todas as esperanças, todos os sonhos acabaram.
Sou humana?
Já não tenho nada.
A alma desapareceu.
A alma voou.
E o corpo permanece em cima do chão frio.
Já não vejo nada.
Já não sinto nada.
Está bastante frio e ninguém me salva.
Estou no teu inferno e já ninguém me salva.
Estou no teu inferno
Está bastante frio e ninguém me salva
Estou a dormir?
O céu está repleto de brilhantes
E o enorme lago lá fora está rodeado de grandes árvores bem escuras
A paciência é desgastante
E o fim do mundo está ali algures.
O mundo já não é nada.
Já não há nada, aqui.
Todos os medos, todas as esperanças, todos os sonhos acabaram.
Sou humana?
Já não tenho nada.
A alma desapareceu.
A alma voou.
E o corpo permanece em cima do chão frio.
Já não vejo nada.
Já não sinto nada.
Está bastante frio e ninguém me salva.
Estou no teu inferno e já ninguém me salva.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ando descalça, nestas pedras saltitantes.
Calco o inferno e respiro o pó.
Vejo o meu reflexo, no horizonte, e acho-me escura (ou talvez clara demais..)
Não consigo descobrir a minha sombra.
Será que estou cega?
Talvez..
Talvez esteja na ilusão..
Mas está-me a saber bem.
Posso ficar mais um bocadinho aqui?!
Calco o inferno e respiro o pó.
Vejo o meu reflexo, no horizonte, e acho-me escura (ou talvez clara demais..)
Não consigo descobrir a minha sombra.
Será que estou cega?
Talvez..
Talvez esteja na ilusão..
Mas está-me a saber bem.
Posso ficar mais um bocadinho aqui?!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Hoje o sol acordou
e chamou outra vez o silêncio dele
Eu acordei, cheirei-lhe e senti a sua paiva a decorrer na minha cabeça.
E, pela primeira vez, estava estranho. Bastante estranho.
Apeteceu-me sugar-lhe o sangue e comer o seu cérebro.
Ele estava estranho.
Ele irritou-me.
Pareceu noite fria, já.
Já não conseguia ver nada, apenas a minha frustração.
Estou revoltada.
Dizem que ele é cão mau, mas eu não quero acreditar.
Quero-o aqui, ao meu lado.
Gosto dele, mas não sei..
Foi hoje.
e chamou outra vez o silêncio dele
Eu acordei, cheirei-lhe e senti a sua paiva a decorrer na minha cabeça.
E, pela primeira vez, estava estranho. Bastante estranho.
Apeteceu-me sugar-lhe o sangue e comer o seu cérebro.
Ele estava estranho.
Ele irritou-me.
Pareceu noite fria, já.
Já não conseguia ver nada, apenas a minha frustração.
Estou revoltada.
Dizem que ele é cão mau, mas eu não quero acreditar.
Quero-o aqui, ao meu lado.
Gosto dele, mas não sei..
Foi hoje.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quero:
- acordar tarde para que consiga ter a possiblidade de sonhar cada vez mais;
- após acordar, lembrar-me da cara dele;
- saber que tudo está bem;
- passar a tarde com a mana a ver vídeos divertidos como fazíamos antigamente, ou com ele;
- passear no porto;
- chegar a casa e lembrar-me dele e dos momentos que estive com ele;
- jantar com os preciosos jantares da mamã e com a mana;
- não ter discussões por motivos estúpidos;
- que as amizades durem e durem (...);
- tê-la outra vez comigo;
- ouvir musica e tocar guitarra no parque com ele;
- que me compreendam e não me mintam;
- ser feliz.
(...) vamos ver se dura.
- acordar tarde para que consiga ter a possiblidade de sonhar cada vez mais;
- após acordar, lembrar-me da cara dele;
- saber que tudo está bem;
- passar a tarde com a mana a ver vídeos divertidos como fazíamos antigamente, ou com ele;
- passear no porto;
- chegar a casa e lembrar-me dele e dos momentos que estive com ele;
- jantar com os preciosos jantares da mamã e com a mana;
- não ter discussões por motivos estúpidos;
- que as amizades durem e durem (...);
- tê-la outra vez comigo;
- ouvir musica e tocar guitarra no parque com ele;
- que me compreendam e não me mintam;
- ser feliz.
(...) vamos ver se dura.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Hoje de manhã, olhei para o céu, e perguntei-lhe: Será que vou ficar aqui para sempre?
Ele responde-me: Não.
E eu, novamente, limito-me a questinar-lhe o porquê das coisas não serem como nós queremos.
Ele responde que tudo tem regras.
E eu, curiosamente desconfiada, para mim: Será que sim? Acho que não, sinceramente.
Ele responde-me: Não.
E eu, novamente, limito-me a questinar-lhe o porquê das coisas não serem como nós queremos.
Ele responde que tudo tem regras.
E eu, curiosamente desconfiada, para mim: Será que sim? Acho que não, sinceramente.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Corres com o vento da floresta.
Cheiras a mel e és doçe como o açúcar
Pareces ser um dos anjos.
Deixa o amor rolar
Até parece que não sabes fazer isso..
Todas as estações, todos os invernos, todos os verões me lembro desses teus belos olhos
Que, quando sorris, eles me brilham..
Porpurinas sobrepostas?
Não, acho que já vêm deles.. :)
Eu até gosto de ti.
Cheiras a mel e és doçe como o açúcar
Pareces ser um dos anjos.
Deixa o amor rolar
Até parece que não sabes fazer isso..
Todas as estações, todos os invernos, todos os verões me lembro desses teus belos olhos
Que, quando sorris, eles me brilham..
Porpurinas sobrepostas?
Não, acho que já vêm deles.. :)
Eu até gosto de ti.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Novas alturas em que o sol brilha
Margaridas cheiram bem
e rosas crescem.
Céu azul
Rodas e rodas constantes na cabeça
Voltas e voltas entre os pés
Cabelos ao vento
Espuma pelos ares
Direita para a esquerda, esquerda para a direita
Não defino bem
Traços expressivos?
Hm, não sei, talvez..
Inocência e desigualdade
É o que nos faz crescer.
Margaridas cheiram bem
e rosas crescem.
Céu azul
Rodas e rodas constantes na cabeça
Voltas e voltas entre os pés
Cabelos ao vento
Espuma pelos ares
Direita para a esquerda, esquerda para a direita
Não defino bem
Traços expressivos?
Hm, não sei, talvez..
Inocência e desigualdade
É o que nos faz crescer.
domingo, 11 de julho de 2010
Nova na leitura
A flor está a crescer
Pensamentos obscuros rodeiam-na
Ela está louca..
(Ou não)
Andamos cansados
Onde a solidão é a luz
A luz do dia e da noite
E que ninguém a atura
..
Meros acasos.
Onde o pensamento é fútil
E necessário..
(Ou não)
Viro as costas e olho para trás?
Hm, parece-me bem.
..
Aquele sorriso
Aqueles olhos tão brilhantes
Aquela alegria
Aquela energia
Aquela cegueira
Não há saudade
(Ou há)
..
Vento de manhã
rodeia os meus pés
E eu viro as costas
e a história repete-se
Sonhos inacabados, talvez?
Não sei bem
Sabem bem
Eu gosto deles.
Cheiram a margaridas amarelas
E envolvem amor.
Eu gosto.
E não digo adeus.
A flor está a crescer
Pensamentos obscuros rodeiam-na
Ela está louca..
(Ou não)
Andamos cansados
Onde a solidão é a luz
A luz do dia e da noite
E que ninguém a atura
..
Meros acasos.
Onde o pensamento é fútil
E necessário..
(Ou não)
Viro as costas e olho para trás?
Hm, parece-me bem.
..
Aquele sorriso
Aqueles olhos tão brilhantes
Aquela alegria
Aquela energia
Aquela cegueira
Não há saudade
(Ou há)
..
Vento de manhã
rodeia os meus pés
E eu viro as costas
e a história repete-se
Sonhos inacabados, talvez?
Não sei bem
Sabem bem
Eu gosto deles.
Cheiram a margaridas amarelas
E envolvem amor.
Eu gosto.
E não digo adeus.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Tempos rasgados.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.
O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.
O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Crescimento maléfico
Nova gente, novos enganos.
Crescimentos maléficos.
Crescimentos obscuros.
Gente indecisa.
Gente crescida.
Gente precoce.
Gente boa.
Gente má.
Mundo estúpido.
Mundo desnecessário.
Crescimentos maléficos.
Crescimentos obscuros.
Gente indecisa.
Gente crescida.
Gente precoce.
Gente boa.
Gente má.
Mundo estúpido.
Mundo desnecessário.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Qual vida?
Fodasse, já não sei escrever.
Já não sei que dizer.
Já são tantas as palavras a descrever-te que quase dava para relatar uma vida.
Qual vida?
Sim, qual vida pergunto eu..
Infelizmente, já vi para que é que serviste.
Não me serves de nada, e eu odeio-te, como odeio a todas estas pessoas deste universo insólito.
És apenas mais um, e um, e um e outro um..
Não gosto mais de ti.
Fim
Já não sei que dizer.
Já são tantas as palavras a descrever-te que quase dava para relatar uma vida.
Qual vida?
Sim, qual vida pergunto eu..
Infelizmente, já vi para que é que serviste.
Não me serves de nada, e eu odeio-te, como odeio a todas estas pessoas deste universo insólito.
És apenas mais um, e um, e um e outro um..
Não gosto mais de ti.
Fim
terça-feira, 22 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Não minto.
Infelizmente desconheço a mentira.
Todo o desprezo, todo o engano.
Estúpida a realidade. É assim que ela funciona.
Espectativas rodeiam-nos.
Pedras atiram-nos. Umas atrás das outras.
Constantemente.
Óh pobres e miseráveis seres.
Porque é que existeis? Porquê?!
O céu é grande.
O espaço é bastante pequeno.
As pessoas são pequenas. Sortudas.
Ou não..
Imensas quedas. Bato com as costas.
Bato com a cabeça. Morro.
Vale a pena, sim.
O tudo é nada e o nada é tudo.
São diferentes formas de ver.
Infelizmente desconheço a mentira.
Todo o desprezo, todo o engano.
Estúpida a realidade. É assim que ela funciona.
Espectativas rodeiam-nos.
Pedras atiram-nos. Umas atrás das outras.
Constantemente.
Óh pobres e miseráveis seres.
Porque é que existeis? Porquê?!
O céu é grande.
O espaço é bastante pequeno.
As pessoas são pequenas. Sortudas.
Ou não..
Imensas quedas. Bato com as costas.
Bato com a cabeça. Morro.
Vale a pena, sim.
O tudo é nada e o nada é tudo.
São diferentes formas de ver.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
" (...) Why don't you love me?
Tell me baby
Why don't you love me?
When I make me so damn easy to love
Why don't you need me?
When I make me so damn easy to need
There's nothing not to love about me
No, no, there's nothing not to love about me
I'm so lovely
There's nothing not to need about me
There's nothing not to need about me
Maybe you're just not the one
Or maybe you're just playing (...) "
Tell me baby
Why don't you love me?
When I make me so damn easy to love
Why don't you need me?
When I make me so damn easy to need
There's nothing not to love about me
No, no, there's nothing not to love about me
I'm so lovely
There's nothing not to need about me
There's nothing not to need about me
Maybe you're just not the one
Or maybe you're just playing (...) "
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Gostaria de saber a razão de conseguir gostar das pessoas. Gostaria de saber a razão de como é que as pessoas conseguem deitar fora as melhores coisas. Gostaria de saber porque é que odeio todas as pessoas deste mundo, sinceramente. Por acaso, gostaria de saber muita coisa do universo. Por acaso, gostaria de saber quando irá ser a altura da minha morte. Sim, óh se gostava.
Farta de tudo, farta do negro.
Bah.
Farta de tudo, farta do negro.
Bah.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Não passas de um rapazinho
Afinal, não és diferente.
És apenas mais um ser existente neste mundo incrivelmente injusto.
Aqui, é tudo igual, vende-se tudo do mesmo, compra-se tudo do mesmo.
Odeio-te mas amo-te.
Não entendo este factor, óh não.
Mentiras atrás de mentiras.
Enganos atrás de enganos.
Não passas de um rapazinho.
És apenas mais um ser existente neste mundo incrivelmente injusto.
Aqui, é tudo igual, vende-se tudo do mesmo, compra-se tudo do mesmo.
Odeio-te mas amo-te.
Não entendo este factor, óh não.
Mentiras atrás de mentiras.
Enganos atrás de enganos.
Não passas de um rapazinho.
sábado, 29 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
És igual?
Não, não és.
.. Pronto, talvez sejas, mas para mim não o demonstras..
..Ok, demonstras-te..
Talvez sim, talvez não.. São meros acasos.
Afinal de contas, também és ignorante, tal como eu e mais os outros (...)
Ninguém te conhece, ninguém me conhece, ninguém conhece o verdadeiro mundo. Ninguém nos conhece. Eu conheço-te. Eu não te conheço. Tu conheces-me. Tu não me conheces. Somos humanos. Somos humanos. Porquê? Gostava que fossemos ambos flores. Quem sabe que após a morte não poderíamos renascer com um simples copo de água?! Óh sim, era bom.
Não te afastes, não te quero perder por favor.
Não, não és.
.. Pronto, talvez sejas, mas para mim não o demonstras..
..Ok, demonstras-te..
Talvez sim, talvez não.. São meros acasos.
Afinal de contas, também és ignorante, tal como eu e mais os outros (...)
Ninguém te conhece, ninguém me conhece, ninguém conhece o verdadeiro mundo. Ninguém nos conhece. Eu conheço-te. Eu não te conheço. Tu conheces-me. Tu não me conheces. Somos humanos. Somos humanos. Porquê? Gostava que fossemos ambos flores. Quem sabe que após a morte não poderíamos renascer com um simples copo de água?! Óh sim, era bom.
Não te afastes, não te quero perder por favor.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
(Des)motivação.
Não sei.
Talvez sinta a dor de pensar, talvez não.
Talvez sinta a dor de relacionar, talvez não.
Não sei se penso, não sei se existo, sinceramente.
Mudanças constantes desenvolvem cada vez mais pecados.
Óh belos pecados.
Quem me garante que tudo isto não é uma ilusão?
Talvez sinta a dor de pensar, talvez não.
Talvez sinta a dor de relacionar, talvez não.
Não sei se penso, não sei se existo, sinceramente.
Mudanças constantes desenvolvem cada vez mais pecados.
Óh belos pecados.
Quem me garante que tudo isto não é uma ilusão?
terça-feira, 25 de maio de 2010
Esqueçi-me de tudo
Já não sei as cores.
Agora confundo tudo.
Tudo me é negro.
Apenas preto, apenas vermelho, apenas morte.
Não, volto a repetir, não aguento.
Espero tanto pelos próximos minutos e segundos.
Estou tão desesperada, Óh Deuses.
Sim, isto não me é confortável.
Conto tão rapido os números, tenho o dom de ter uma leitura tão rápida, tenho tanta pressa.. Para quê? Não sei, não.
Eu tenho a necessidade das pressas.
Sim, queria tanto correr, gostava tanto de voar.
Tudo é impossível. Não há a possibilidade do sonho.
Porquê?
Odeio esta nossa realidade tão pobre, sem nexo algum.
Má.
Agora confundo tudo.
Tudo me é negro.
Apenas preto, apenas vermelho, apenas morte.
Não, volto a repetir, não aguento.
Espero tanto pelos próximos minutos e segundos.
Estou tão desesperada, Óh Deuses.
Sim, isto não me é confortável.
Conto tão rapido os números, tenho o dom de ter uma leitura tão rápida, tenho tanta pressa.. Para quê? Não sei, não.
Eu tenho a necessidade das pressas.
Sim, queria tanto correr, gostava tanto de voar.
Tudo é impossível. Não há a possibilidade do sonho.
Porquê?
Odeio esta nossa realidade tão pobre, sem nexo algum.
Má.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Esqueçe.
Esqueçe.
Já não sei onde páras.
Já não sei se respiras.
Já não sei onde moras.
Eu não.
Há dias em que não estou.
Há dias em que não respiro.
Há dias em que sinto-te aqui ao meu lado, sim, ora um viva dado a esses belos dias.
Há dias que me recordo da tua presença.
Há dias em que não me sais da cabeça, óh belos dias.
Há dias em que não durmo.
Há noites em que não durmo.
Voarás, e deixarás rastos.
Belos vestígios.
Tenho tantas saudades tuas.
Sim, pertençes-me.
Não entendo a razão, mas pertençes-me.
E eu adoro-te
muito
(...)
Já não sei onde páras.
Já não sei se respiras.
Já não sei onde moras.
Eu não.
Há dias em que não estou.
Há dias em que não respiro.
Há dias em que sinto-te aqui ao meu lado, sim, ora um viva dado a esses belos dias.
Há dias que me recordo da tua presença.
Há dias em que não me sais da cabeça, óh belos dias.
Há dias em que não durmo.
Há noites em que não durmo.
Voarás, e deixarás rastos.
Belos vestígios.
Tenho tantas saudades tuas.
Sim, pertençes-me.
Não entendo a razão, mas pertençes-me.
E eu adoro-te
muito
(...)
domingo, 23 de maio de 2010
Óh já estou farta.
Já estou farta deste ar.
Já estou farta de pensar.
Já estou farta de estar.
Não vale a pena mesmo.
Não há que ter inveja.
Eu não sou ninguém, e tu também não.
Ninguém é alguém.
Sim, somos humanos.. E quê?
Todos saturamos o mesmo ar, as mesmas pessoas, tudo é igual
Ñinguém é diferente.
Há quem aproveite, há quem deite fora.
Porquê?
Sim, porquê?!
Óh, penso que não há explicações para meros factos.
E foi mais uma desculpa (...).
Já estou farta deste ar.
Já estou farta de pensar.
Já estou farta de estar.
Não vale a pena mesmo.
Não há que ter inveja.
Eu não sou ninguém, e tu também não.
Ninguém é alguém.
Sim, somos humanos.. E quê?
Todos saturamos o mesmo ar, as mesmas pessoas, tudo é igual
Ñinguém é diferente.
Há quem aproveite, há quem deite fora.
Porquê?
Sim, porquê?!
Óh, penso que não há explicações para meros factos.
E foi mais uma desculpa (...).
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
?
Porquê?
Óh deuses, porquê assim?
Eu tenho a noção que daqui não pertenço, sim, tenho.
Constantemente caem-me em cima, tristeza.
Gostava tanto de fechar os olhos e parar.. Óh sim, gostava.
Não entendo o facto deles serem assim.
Ai, porque é que isto continua?
Porque é que isto continuará?
Sinto-me farta, Deuses. Sinto-me farta.
Não quero ter todas as certezas, não quero ter todas as dúvidas.
Aquela venda, sempre..
Sim, Óh Deuses, estou desentendida, não entendo o mundo.
O ar é infeliz.
Óh deuses, porquê assim?
Eu tenho a noção que daqui não pertenço, sim, tenho.
Constantemente caem-me em cima, tristeza.
Gostava tanto de fechar os olhos e parar.. Óh sim, gostava.
Não entendo o facto deles serem assim.
Ai, porque é que isto continua?
Porque é que isto continuará?
Sinto-me farta, Deuses. Sinto-me farta.
Não quero ter todas as certezas, não quero ter todas as dúvidas.
Aquela venda, sempre..
Sim, Óh Deuses, estou desentendida, não entendo o mundo.
O ar é infeliz.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vejo os carros passar, quero estar lá fora.
Vejo as flores crescer, quero estar lá fora.
Vejo a chuva a cair no chão, quero estar lá fora.
Ouço o sino da igreja, quero estar lá fora.
Ouço as guitarras, quero estar lá fora.
Quero sentir o vento.
Quero também correr o perigo.
Quero também calcar a relva descalça.
Quero pisar a areia e deitar-me na água.
Não quero dormir.
Não quero sonhar.
Não quero pensar.
Não quero olhar.
Quero viver.
Vejo as flores crescer, quero estar lá fora.
Vejo a chuva a cair no chão, quero estar lá fora.
Ouço o sino da igreja, quero estar lá fora.
Ouço as guitarras, quero estar lá fora.
Quero sentir o vento.
Quero também correr o perigo.
Quero também calcar a relva descalça.
Quero pisar a areia e deitar-me na água.
Não quero dormir.
Não quero sonhar.
Não quero pensar.
Não quero olhar.
Quero viver.
Onde está o tempo?
Será? Será que o tempo existe? Porque é que existem os relógios se tudo isto anda parado? Porque é que as circunstâncias são como são?
Não entendo este mundo, não.
Para mim, o tempo não passa de uma teoria idealizada por diversos seres humanos presentes, pois ele congelou.
Não entendo este mundo, não.
Para mim, o tempo não passa de uma teoria idealizada por diversos seres humanos presentes, pois ele congelou.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Mal?!
Sim, pessoas fúteis invadem-nos o dia. Crueldades e lembranças invadem-nos o dia. Coisas estúpidas, são constantes. Maus passados, são seguidos. O presente é estúpido. O futuro é algo inesperado.
O pior ainda está para vir (...)
O pior ainda está para vir (...)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
''Porque o tempo destrói tudo. Porque certos actos são irreparáveis. Porque o homem é um animal. Porque o desejo de vingaça é a pulsão natural. Porque a maior parte dos ciumes ficam impunes. Porque a perda do ser amado destrói como um golpe. Porque o amor é uma forma de vida. Porque num mundo bem feito o túnel vermelho não existiria. Porque as premonições não mudam o curso das coisas. Porque o tempo revela tudo. O pior e o melhor.
(...)''
(...)''
Longos Passeios
Caminho para o desasossego, Óh ser andante..
Longos passeios dás, sem alguma objectividade.
Aprecias o infinito
Aprecias o inexplicável
Aprecias este nosso dom, Óh eterna sabedoria..
(...)
Longos passeios dás, sem alguma objectividade.
Aprecias o infinito
Aprecias o inexplicável
Aprecias este nosso dom, Óh eterna sabedoria..
(...)
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