Actos são actos. E para ti, elas são cadelas.
Fim.
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
És igual?
Não, não és.
.. Pronto, talvez sejas, mas para mim não o demonstras..
..Ok, demonstras-te..
Talvez sim, talvez não.. São meros acasos.
Afinal de contas, também és ignorante, tal como eu e mais os outros (...)
Ninguém te conhece, ninguém me conhece, ninguém conhece o verdadeiro mundo. Ninguém nos conhece. Eu conheço-te. Eu não te conheço. Tu conheces-me. Tu não me conheces. Somos humanos. Somos humanos. Porquê? Gostava que fossemos ambos flores. Quem sabe que após a morte não poderíamos renascer com um simples copo de água?! Óh sim, era bom.
Não te afastes, não te quero perder por favor.
Não, não és.
.. Pronto, talvez sejas, mas para mim não o demonstras..
..Ok, demonstras-te..
Talvez sim, talvez não.. São meros acasos.
Afinal de contas, também és ignorante, tal como eu e mais os outros (...)
Ninguém te conhece, ninguém me conhece, ninguém conhece o verdadeiro mundo. Ninguém nos conhece. Eu conheço-te. Eu não te conheço. Tu conheces-me. Tu não me conheces. Somos humanos. Somos humanos. Porquê? Gostava que fossemos ambos flores. Quem sabe que após a morte não poderíamos renascer com um simples copo de água?! Óh sim, era bom.
Não te afastes, não te quero perder por favor.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
(Des)motivação.
Não sei.
Talvez sinta a dor de pensar, talvez não.
Talvez sinta a dor de relacionar, talvez não.
Não sei se penso, não sei se existo, sinceramente.
Mudanças constantes desenvolvem cada vez mais pecados.
Óh belos pecados.
Quem me garante que tudo isto não é uma ilusão?
Talvez sinta a dor de pensar, talvez não.
Talvez sinta a dor de relacionar, talvez não.
Não sei se penso, não sei se existo, sinceramente.
Mudanças constantes desenvolvem cada vez mais pecados.
Óh belos pecados.
Quem me garante que tudo isto não é uma ilusão?
terça-feira, 25 de maio de 2010
Esqueçi-me de tudo
Já não sei as cores.
Agora confundo tudo.
Tudo me é negro.
Apenas preto, apenas vermelho, apenas morte.
Não, volto a repetir, não aguento.
Espero tanto pelos próximos minutos e segundos.
Estou tão desesperada, Óh Deuses.
Sim, isto não me é confortável.
Conto tão rapido os números, tenho o dom de ter uma leitura tão rápida, tenho tanta pressa.. Para quê? Não sei, não.
Eu tenho a necessidade das pressas.
Sim, queria tanto correr, gostava tanto de voar.
Tudo é impossível. Não há a possibilidade do sonho.
Porquê?
Odeio esta nossa realidade tão pobre, sem nexo algum.
Má.
Agora confundo tudo.
Tudo me é negro.
Apenas preto, apenas vermelho, apenas morte.
Não, volto a repetir, não aguento.
Espero tanto pelos próximos minutos e segundos.
Estou tão desesperada, Óh Deuses.
Sim, isto não me é confortável.
Conto tão rapido os números, tenho o dom de ter uma leitura tão rápida, tenho tanta pressa.. Para quê? Não sei, não.
Eu tenho a necessidade das pressas.
Sim, queria tanto correr, gostava tanto de voar.
Tudo é impossível. Não há a possibilidade do sonho.
Porquê?
Odeio esta nossa realidade tão pobre, sem nexo algum.
Má.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Esqueçe.
Esqueçe.
Já não sei onde páras.
Já não sei se respiras.
Já não sei onde moras.
Eu não.
Há dias em que não estou.
Há dias em que não respiro.
Há dias em que sinto-te aqui ao meu lado, sim, ora um viva dado a esses belos dias.
Há dias que me recordo da tua presença.
Há dias em que não me sais da cabeça, óh belos dias.
Há dias em que não durmo.
Há noites em que não durmo.
Voarás, e deixarás rastos.
Belos vestígios.
Tenho tantas saudades tuas.
Sim, pertençes-me.
Não entendo a razão, mas pertençes-me.
E eu adoro-te
muito
(...)
Já não sei onde páras.
Já não sei se respiras.
Já não sei onde moras.
Eu não.
Há dias em que não estou.
Há dias em que não respiro.
Há dias em que sinto-te aqui ao meu lado, sim, ora um viva dado a esses belos dias.
Há dias que me recordo da tua presença.
Há dias em que não me sais da cabeça, óh belos dias.
Há dias em que não durmo.
Há noites em que não durmo.
Voarás, e deixarás rastos.
Belos vestígios.
Tenho tantas saudades tuas.
Sim, pertençes-me.
Não entendo a razão, mas pertençes-me.
E eu adoro-te
muito
(...)
domingo, 23 de maio de 2010
Óh já estou farta.
Já estou farta deste ar.
Já estou farta de pensar.
Já estou farta de estar.
Não vale a pena mesmo.
Não há que ter inveja.
Eu não sou ninguém, e tu também não.
Ninguém é alguém.
Sim, somos humanos.. E quê?
Todos saturamos o mesmo ar, as mesmas pessoas, tudo é igual
Ñinguém é diferente.
Há quem aproveite, há quem deite fora.
Porquê?
Sim, porquê?!
Óh, penso que não há explicações para meros factos.
E foi mais uma desculpa (...).
Já estou farta deste ar.
Já estou farta de pensar.
Já estou farta de estar.
Não vale a pena mesmo.
Não há que ter inveja.
Eu não sou ninguém, e tu também não.
Ninguém é alguém.
Sim, somos humanos.. E quê?
Todos saturamos o mesmo ar, as mesmas pessoas, tudo é igual
Ñinguém é diferente.
Há quem aproveite, há quem deite fora.
Porquê?
Sim, porquê?!
Óh, penso que não há explicações para meros factos.
E foi mais uma desculpa (...).
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
?
Porquê?
Óh deuses, porquê assim?
Eu tenho a noção que daqui não pertenço, sim, tenho.
Constantemente caem-me em cima, tristeza.
Gostava tanto de fechar os olhos e parar.. Óh sim, gostava.
Não entendo o facto deles serem assim.
Ai, porque é que isto continua?
Porque é que isto continuará?
Sinto-me farta, Deuses. Sinto-me farta.
Não quero ter todas as certezas, não quero ter todas as dúvidas.
Aquela venda, sempre..
Sim, Óh Deuses, estou desentendida, não entendo o mundo.
O ar é infeliz.
Óh deuses, porquê assim?
Eu tenho a noção que daqui não pertenço, sim, tenho.
Constantemente caem-me em cima, tristeza.
Gostava tanto de fechar os olhos e parar.. Óh sim, gostava.
Não entendo o facto deles serem assim.
Ai, porque é que isto continua?
Porque é que isto continuará?
Sinto-me farta, Deuses. Sinto-me farta.
Não quero ter todas as certezas, não quero ter todas as dúvidas.
Aquela venda, sempre..
Sim, Óh Deuses, estou desentendida, não entendo o mundo.
O ar é infeliz.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Vejo os carros passar, quero estar lá fora.
Vejo as flores crescer, quero estar lá fora.
Vejo a chuva a cair no chão, quero estar lá fora.
Ouço o sino da igreja, quero estar lá fora.
Ouço as guitarras, quero estar lá fora.
Quero sentir o vento.
Quero também correr o perigo.
Quero também calcar a relva descalça.
Quero pisar a areia e deitar-me na água.
Não quero dormir.
Não quero sonhar.
Não quero pensar.
Não quero olhar.
Quero viver.
Vejo as flores crescer, quero estar lá fora.
Vejo a chuva a cair no chão, quero estar lá fora.
Ouço o sino da igreja, quero estar lá fora.
Ouço as guitarras, quero estar lá fora.
Quero sentir o vento.
Quero também correr o perigo.
Quero também calcar a relva descalça.
Quero pisar a areia e deitar-me na água.
Não quero dormir.
Não quero sonhar.
Não quero pensar.
Não quero olhar.
Quero viver.
Onde está o tempo?
Será? Será que o tempo existe? Porque é que existem os relógios se tudo isto anda parado? Porque é que as circunstâncias são como são?
Não entendo este mundo, não.
Para mim, o tempo não passa de uma teoria idealizada por diversos seres humanos presentes, pois ele congelou.
Não entendo este mundo, não.
Para mim, o tempo não passa de uma teoria idealizada por diversos seres humanos presentes, pois ele congelou.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Mal?!
Sim, pessoas fúteis invadem-nos o dia. Crueldades e lembranças invadem-nos o dia. Coisas estúpidas, são constantes. Maus passados, são seguidos. O presente é estúpido. O futuro é algo inesperado.
O pior ainda está para vir (...)
O pior ainda está para vir (...)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
''Porque o tempo destrói tudo. Porque certos actos são irreparáveis. Porque o homem é um animal. Porque o desejo de vingaça é a pulsão natural. Porque a maior parte dos ciumes ficam impunes. Porque a perda do ser amado destrói como um golpe. Porque o amor é uma forma de vida. Porque num mundo bem feito o túnel vermelho não existiria. Porque as premonições não mudam o curso das coisas. Porque o tempo revela tudo. O pior e o melhor.
(...)''
(...)''
Longos Passeios
Caminho para o desasossego, Óh ser andante..
Longos passeios dás, sem alguma objectividade.
Aprecias o infinito
Aprecias o inexplicável
Aprecias este nosso dom, Óh eterna sabedoria..
(...)
Longos passeios dás, sem alguma objectividade.
Aprecias o infinito
Aprecias o inexplicável
Aprecias este nosso dom, Óh eterna sabedoria..
(...)
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