domingo, 4 de julho de 2010

Tempos rasgados.
Paixonetas sem limite.
Sonhos rasgados e estrangulados.
Não vos entendo.
Não há pessoas.
Não há cor.
Não há asas.

O sangue é inteiro.
Está alguém aí?
Tudo era engano e sozinho.
Alguém me leva a casa?
Intrusos - nao.
Porque é que tudo é tão confuso?
Sai da minha cabeça!
Já!
Está frio.
Está calor.
Não entendo.
As escadas estragaram-se.
Já não vejo céu.
Já não vejo ninguém.
Já não tenho alma.
Já não sou nada.

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